Já tive cinco, modelos diferentes, hoje não tenho nem uma
nem outra. Dão muito trabalho e pouco retorno.
Depois dos dois AVCs temporários que tive os médicos
recomendaram que não mais dirigisse e isso me fez muito bem. Logo em seguida me
separei e também isto me fez bem, então pensei: vou abrir mão de mulher “fixa”.
Automóvel não preciso, tem ônibus, e não pago passagem
urbana. Nas viagens longas não canso.
Durmo a noite toda e ganho mais tempo para outras atividades diárias. Quando
tenho necessidade de uma locomoção rápida chamo o Abilho, taxista do bairro que
prontamente me atende e na impossibilidade de atender consegue que um colega
faça o serviço. Portanto, em locomoção só tenho despesas fixas e previsíveis.
No tempo das Brasílias era um sufoco, trocava o carburador e a bobina começava
a falhar. Trocava a bobina e ai eram as velas, o platinado ou o rotor. Nesta
sequência vinham os impostos, o combustível a pintura etc. etc. Tinha um
depósito cheio destas peças sem uso que guardava e ocupava espaço. Era um não
para de despesa. Eliminando-a Começou a sobrar “grana” ou “dindin”, que andava
escasso.
Com as mulheres eram problemas semelhantes. Comprava um
sapato e logo em seguida faltava um vestido, uma jóia, sem contar as flores,
perfumes e outras bujigangas que também eram guardadas e às vezes com pouco
uso. Lá tinha que comprar móveis para guardá-las. Neste ponto era preciso uma
casa maior e de lhe despesa. E mais e mais despesas.
Parti para as “temporárias” com despesa fixas. Só gasto com
elas quando necessito de companhia. Não gasto o mês todo e posso variar de
acordo com o desejo momentâneo. É só procurar, tem para todos os gostos, e o
mais interessante é ser pelo tempo necessário, não precisar dormir de
“conchinha”, poder virar para o canto, não ter que dividir lençol ou cobertor.
Deitar ou levantar e fazer as refeições na hora que quiser, são outras das
vantagens.
Vou encerrar porque o relógio do NOT marca 16,30 hs e me deu
fome, pois tomei café as 10 hs. Por ter levantado as 9,30.
Antes de encerra me veio o pensamento de que talvez o título
deste post deva ser: FELICIDADE.
Cesar Totti
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