Postei esta
foto no facebook.
Minha intenção era mostrar o ambiente
agradável do último almoço que participei no início do ano na casa de meu
saudoso amigo Sergio Lício Guimarães que dias após veio a falecer.
Era intenção
também que meus amigos comentassem sobre o vinho, minha aparência que, sem
falsa modéstia, esta muito boa para quem tinha 73 anos de idade.
Não consegui.
Embora o ambiente seja muito bem decorado com requinte e bom gosto e o vinho seja português
, o que enxergaram foi somente o cigarro.
As críticas
e conselhos para abandonar o “vício” foram muitas, algumas respondi e muitas
excluí.
Hoje numa
visita a página do Terra encontrei uma matéria que me chamou atenção.
"FABRICIO ESCANDIUZZI"
Um candidato a
vereador em Florianópolis vem chamando a atenção ao usar uma megafone, fazer
referencia ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e defender a
descriminalização da maconha como principal proposta de sua campanha. Em pleno
centro da cidade, Lucas de Oliveira (PSDB), encarna o
personagem chamado "Presidente THC", numa dupla referência ao
ex-presidente FHC, que se manifestou favoravelmente à descriminalização da erva
e a uma das principais substâncias da droga, o THC.”.
Nenhum comentário
foi postado até o momento que escrevo este.
Interessante, nunca
vi uma manchete de jornal com os seguintes dizeres:
. “Jovem mata pai
que não quis dar dinheiro para ele comprar cigarro”
. “Fumante confessa
que fumou um maço de cigarros antes de cometer o crime”
. “Fumante confessa
que tabagismo o levou para o caminho do
crime”.
Por outro lado
diariamente em todos os jornais e meios de comunicação existem matérias com
estes assuntos, mas falando sobre “Maconheiros” ou dependente químico como são
tratados agora.
Vou lançar um
desafio a meus amigos não fumantes. Quando souberem da existência de uma
passeata a favor da liberação da maconha se organizem e vão lá protestar,
comentem matérias nos órgãos de imprensa virtuais e em redes sociais, pois se
estão procurando briga não conseguirão com os fumantes que são calmos e de paz,
com eles sim, terão uma luta para ficar em sua memória, em vida ou gravada na
sua lápide.
Aguardem para breve
novo post: Políticos e a maconha.
Cesar Totti

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