sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cargos em Comissão

Matéria já publicada no face por ocasião de em que uma funcionária envolveu um prefeito em assunto de seu interesse particular envolvendo também autoridades policiais por ter afirmado que estava cumprindo solicitação de seu chefe.
Cargo de Confiança somente deveria ser preenchido por quem goza de irrestrita confiança de quem nomeia. 
No executivo o primeiro escalão deveria ser preenchido por vereadores eleitos ou suplentes, pois além
de contar com a confiança do mandatário maior possuem também a confiança de um número de eleitores que, no final, são os que arcam com os salário e despesas efetuadas por eles, portanto, seus chefes. 
Infelizmente não é isso que acontece. Quanto maior for à coligação do mandatário eleito, maior será o risco de que seja colocado num cargo uma pessoa sem as mínimas condições de exercê-lo, isto porque no fechamento de uma coligação fica acertado o número de cargos a serem ocupados por representantes de cada partido. 
Todas estas pessoas guindadas a um cargo obtém de uma hora para outra um certo prestígio e poder, que pode ser encaminhado sem o respaldo da chefia imediata, para ações que prejudicam o bom desempenho de uma administração. 
No desempenho de suas tarefas são conhecidas como assessor, secretário ou pessoa de confiança de uma determinada autoridade e por via de conseqüência nos acreditamos, e autoridades a quem se dirigem acreditam também, que estão falando em nome de seu superior. 
Isto posto considero de suma importância que sejam criados mecanismos para punir com demissão sumária, todo aquele funcionário público assessor ou secretário, ou mesmo funcionário de carreira, que use junto de seu nome o cargo ou relacionamento que tenha na sua função funcional, quando for reivindicar algo que tem direito, para não induzir terceiros a cometer erros.

Cesar Totti

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